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Booker Internacional revela 13 nomeados numa seleção "cintilante" e "inovadora"

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LUSA
25 de Fevereiro de 2026

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Booker Internacional revela 13 nomeados numa seleção "cintilante" e "inovadora"

O prémio Booker Internacional revelou hoje os 13 livros nomeados para a edição deste ano, numa “seleção cintilante” de livros “frescos e inovadores”, de 11 nacionalidades distintas, composta maioritariamente por autoras mulheres, incluindo uma de língua portuguesa.


Entre os nomeados para esta edição do prémio, que distingue uma obra literária traduzida para inglês, publicada no Reino Unido ou na Irlanda, está a obra “On Earth As It Is Beneath” (“Assim na Terra como embaixo da Terra”, no original), da escritora e argumentista brasileira Ana Paula Maia, traduzido do português por Padma Viswanathan.


Outros livros escolhidos foram “The Nights Are Quiet in Tehran”, da alemã Shida Bazyar, traduzido por Ruth Martin, “We Are Green and Trembling”, da argentina Gabriela Cabezón Cámara, traduzido do espanhol por Robin Myers, “The Remembered Soldier”, da neerlandesa Anjet Daanje, traduzido por David McKay, “The Deserters”, do francês Mathias Énard, traduzido por Charlotte Mandell, “Small Comfort”, da sueca Ia Genberg, traduzido por Kira Josefsson, e “She Who Remains”, da búlgara Rene Karabash, traduzido por Izidora Angel.


Os restantes nomeados são “The Director”, do alemão Daniel Kehlmann, traduzido por Ross Benjamin, “The Duke”, do italiano Matteo Melchiorre, traduzido por Antonella Lettieri, “The Witch”, da francesa Marie NDiaye, traduzido por Jordan Stump, “Women Without Men”, da iraniana Shahrnush Parsipur, traduzido do persa por Faridoun Farrokh, “The Wax Child”, da dinamarquesa Olga Ravn, traduzido por Martin Aitken, e “Taiwan Travelogue”, da taiwanesa Yáng Shuāng-zǐ, traduzido do mandarim por Lin King.


Entre os 13 autores que figuram nesta ‘longlist’, cinco já foram anteriormente nomeados para o Prémio Booker Internacional: Olga Ravn, Daniel Kehlmann, Ia Genberg, Mathias Énard e Gabriela Cabezón Cámara.


Da feitiçaria à guerra, da revolução à renovação, da magia ao homicídio, os livros selecionados este ano percorrem continentes e séculos, e recorrem às histórias coletivas para lançar luz sobre as preocupações do presente e sobre os desequilíbrios de poder que decorrem do género, do dinheiro e das forças geopolíticas, refere o júri do prémio, em comunicado.


As obras apresentam personagens memoráveis, entre as quais um conquistador argentino ‘queer’, um realizador alemão moralmente comprometido, uma romancista japonesa com um “apetite monstruoso”, um aristocrata italiano idiossincrático e uma nobre dinamarquesa acusada de feitiçaria.


Estes romances transportam ainda os leitores de uma colónia prisional brutal na selva brasileira a uma aldeia montanhosa albanesa regida por leis ancestrais, de um asilo para soldados traumatizados na Bélgica a um jardim exuberante nos arredores de Teerão, acrescenta a nota do prémio.


“Muitos dos livros submetidos examinaram as consequências devastadoras da guerra, algo que se reflete na nossa ‘longlist’”, destaca a presidente do júri, Natasha Brown, salvaguardando que “embora as datas de publicação original dos livros abranjam quatro décadas, cada história parece fresca e inovadora”.


“A qualidade e diversidade da ficção traduzida que está a ser publicada no Reino Unido é inacreditável. Como jurados, fomos brindados com a abundância de escolha ao longo destes últimos oito meses, durante os quais lemos as 128 obras submetidas este ano”, salientou.


A lista de finalistas do Prémio Booker Internacional vai ser revelada no dia 31 de março, e o vencedor será anunciado numa cerimónia na Tate Modern, em Londres, no dia 19 de maio.


As seis obras que chegarem à fase final vão receber um prémio de cinco mil libras, a repartir entre autor e tradutor. O livro vencedor terá um prémio de 50 mil libras, igualmente dividido entre autor e tradutor.


O vencedor da edição de 2025 do Prémio Booker Internacional foi o livro de contos “Heart Lamp”, da escritora indiana Banu Mushtaq, traduzido por Deepa Bashthi.


Foto: © India Hobson

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