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Danos em mais de 20 equipamentos da rede de arte contemporânea encerram espaços

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LUSA
12 de Fevereiro de 2026

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Danos em mais de 20 equipamentos da rede de arte contemporânea encerram espaços

Pelo menos 21 equipamentos da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC) sofreram danos provocados pelo mau tempo registado em Portugal nas últimas semanas, tendo em alguns casos ditado o encerramento dos espaços, de acordo com a DGArtes.


A Direção-Geral das Artes (DGArtes), em resposta a um pedido da Lusa, dá conta ter recebido, na quarta-feira, “reporte de danos por parte de 21 equipamentos RPAC no Norte, Centro, Oeste e Vale do Tejo, Grande Lisboa, Península de Setúbal, Alentejo e Algarve”.


Os danos registados levaram ao encerramento, total ou parcial, de dez dos equipamentos.


O Banco das Artes, em Leiria, está encerrado, sem previsão de reabertura, devido aos danos “de natureza estrutural no edifício”, nomeadamente na cobertura e na estrutura exterior.


A zona Centro é onde se concentra o maior número de espaços afetados pelo mau tempo.

O Armazém das Artes, em Alcobaça, tem a parte expositiva encerrada, esperando que a mesma seja reaberta “quando a chuva melhorar”.


Em Coimbra, estão encerrados o Museu e o Círculo Sereia do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC), o primeiro “sem previsão de abertura” e o segundo, quando forem retiradas as árvores que impedem o acesso ao espaço.


Também o Colégio das Artes da Universidade de Coimbra se encontra “interditado pela Proteção Civil”, registando-se danos nomeadamente no telhado. Neste espaço, “a programação será cancelada durante três meses”.


Na zona Centro, foram reportados ainda danos no Círculo Sede da CAPC, na Casa das Artes Bissaya Barreto, no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco e no Centro de Artes de Águeda. No entanto, estão todos abertos ao público.


No Alentejo há dois espaços encerrados: o Centro de Artes de Sines e o Museu Jorge Vieira – Casa das Artes, em Beja.


O Centro de Artes de Sines, onde “os estragos afetaram principalmente a sala da galeria”, está encerrado “por tempo indeterminado”.


Já o Museu Jorge Vieira irá estar fechado até à reparação dos danos na porta de acesso ao espaço.


Ainda a Sul, mas no Algarve, o LAC – Laboratório de Atividades Criativas, em Lagos, encerrou dois dos espaços expositivos, devido a “fortes infiltrações, que provocaram inundações”.

Na zona Norte, está encerrada a Casa Atelier Júlio Resende, integrada no Lugar do Desenho – Fundação Júlio Resende, em Gondomar. O edifício principal daquele equipamento manteve “funcionamento normal”.


O Museu da Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão, o Sismógrafo, no Porto, o Centro de Arte Oliva, em São João da Madeira e o Museu do Côa, em Vila Nova de Foz Côa, também reportaram danos, mas estão de portas abertas.


A DGArtes recebeu ainda informação de danos no Centro de Artes das Caldas da Rainha, da Casa da Cerca, em Almada, e do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado e da Appleton, em Lisboa.


Destes equipamentos de Oeste e Vale do Tejo, Península de Setúbal e Grande Lisboa, apenas a Appleton foi “encerrada temporariamente”.


Criada em 2021, a RPAC é atualmente composta por 81 entidades, que congregam 97 espaços e equipamentos em todo o território nacional.


A adesão à rede “é feita de forma voluntária e sob o compromisso das entidades proprietárias e/ou gestoras de equipamentos culturais, sediadas em território nacional, promoverem atividades de valorização e dinamização da arte contemporânea, uma programação cultural própria e atividades de mediação de públicos”.


O processo de credenciação está aberto “em regime de permanência”.


Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.


As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.


Foto: @ Banco das Artes, Leiria

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