TUDO SOBRE A COMUNIDADE DAS ARTES

Mantém viva a cultura independente — apoia o Coffeepaste e ajuda-nos a chegar mais longe.

Mantém viva a cultura independente — apoia o Coffeepaste e ajuda-nos a chegar mais longe.

Selecione a area onde pretende pesquisar

Conteúdos

Classificados

Notícias

Workshops

Crítica

Notícias

Filmes clássicos e experimentais marcam 1.º ciclo de cinema do Pavilhão Julião Sarmento

Por

 

LUSA
17 de Fevereiro de 2026

Partilhar

Filmes clássicos e experimentais marcam 1.º ciclo de cinema do Pavilhão Julião Sarmento

O Pavilhão Julião Sarmento, em Lisboa, inaugura a 25 de fevereiro o primeiro ciclo de cinema da sua programação com obras marcantes da história do cinema experimental e independente em sessões semanais, anunciou o espaço cultural.


Com o título “Origens”, a primeira sessão inclui os filmes “The Unchanging Sea”, de D.W. Griffith, uma das muitas primeiras curtas-metragens do pioneiro do cinema, “The Salvation Hunters”, que marca a estreia de Josef von Sternberg na realização, e “Venice Pier”, de Gary Beydler, derradeira obra do nome-chave do cinema experimental norte-americano na década de 1970.


Esta primeira sessão abre com a presença do programador, Andy Rector, segundo comunicado do museu inaugurado em 2025 para acolher e divulgar a coleção privada do artista.


Globalmente, à semelhança da sessão inaugural, o primeiro ciclo de cinema do Pavilhão Julião Sarmento propõe um percurso por diferentes momentos e linguagens da história do cinema, cruzando obras pioneiras do início do século XX com práticas experimentais e independentes das décadas seguintes, "num diálogo entre tradição e modernidade".


A 04 de março, também às 18:00, a segunda semana, sob o mote “Bem pelo Contrário”, apresenta os filmes “Wong Sinsaang”, de Eddie Wong, produzido no início da década de 1970, ainda como estudante de cinema, o clássico “Melting”, de Thom Andersen, 'curta' de estreia que acompanha o derreter de um gelado de morango, e “The Savage Eye”, de Ben Maddow, Sidney Meyers e Joseph Strick, que se aventura por imagens reais e de ficção pelas mais obscuras ruas de Los Angeles dos anos 1950.


O ciclo - que se prolonga até 01 de abril - prossegue a 11 de março sob o tema “Os Diligentes Thom e Morgan”, dedicado a dois nomes que marcaram o cinema experimental nos Estados Unidos, desde as suas primeiras obras - Morgan Fisher e Thom Andersen -, reunindo “Production Stills” e “Standard Gauge”, do primeiro, e “Get Out of The Car”, de Andersen, entre outros filmes.


Na quarta semana, a 18 de março, o tema “Sinais de Vida” propõe os filmes “The Wilkinson Household Fire Alarm”, de Morgan Fisher, “Pasadena Freeway Stills”, de Gary Beydler, trabalho que expõe a ilusão do movimento no cinema, e “Life is a Saxophone”, de S. Pearl Sharp e Orlando Bagwell, sobre o poeta Kamau Daáood, e a abordagem do seu trabalho por músicos como Billy Higgins, a pintora Gale Fulton Ross e a bailarina Lula Washington.


“Dentro e Fora” é o tema da sessão de 25 de março, que inclui “Footnotes to a House of Love” e “My Tears Are Dry”, da artista visual espanhola contemporânea Laida Lertxundi, radicada nos Estados Unidos, e “Several Friends”, de Charles Burnett, documentarista norte-americano, distinguido com um Óscar honorário em 2017, pelo testemunho das comunidades negras patente nos seus filmes.


O ciclo encerra a 01 de abril com o tema “‘Hey Art, Art Wake Up, Man’”, numa sessão com a presença de Andy Rector e da realizadora e investigadora Sílvia das Fadas, com obras de alerta sobre o seu próprio tempo e além dele.


Nesta derradeira sessão, serão exibidos “A Film Johnnie”, de George Nichols e Mack Sennett, que revela um jovem Charlie Chaplin ao lado de 'Fatty' Arbuckle, “Aleph”, do realizador e artista visual Wallace Berman, "meditação sobre vida, morte, misticismo, política e cultura pop", numa síntese de perto de 10 minutos, trabalhada ao longo de quase duas décadas, e “The Exiles”, de Kent Mackenzie, que acompanha um dia na vida de jovens nativos americanos, "exilados" em Los Angeles, no início dos anos 1960.


Segundo a organização, todos os filmes serão exibidos em cópias digitais.


O Pavilhão Julião Sarmento abriu a 04 de junho com a exposição "TAKE 1 – A Coleção do Artista Julião Sarmento", com curadoria de Isabel Carlos, diretora artística do novo museu da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultura (EGEAC – Lisboa Cultura), apresentando uma seleção de obras emblemáticas do gosto e interesses do artista que morreu aos 72 anos, em 2021.


Foto: © EGEAC | Francisco Correia

Apoiar

Se quiseres apoiar o Coffeepaste, para continuarmos a fazer mais e melhor por ti e pela comunidade, vê como aqui.

Como apoiar

Se tiveres alguma questão, escreve-nos para info@coffeepaste.com

Segue-nos nas redes

Filmes clássicos e experimentais marcam 1.º ciclo de cinema do Pavilhão Julião Sarmento

CONTACTOS

info@coffeepaste.com
Rua Gomes Freire, 161 — 1150-176 Lisboa
Diretor: Pedro Mendes

Publicidade

Quer Publicitar no nosso site? preencha o formulário.

Preencher

Inscreve-te na mailing list e recebe todas as novidades do Coffeepaste!

Ao subscreveres, passarás a receber os anúncios mais recentes, informações sobre novos conteúdos editoriais, as nossas iniciativas e outras informações por email. O teu endereço nunca será partilhado.

Apoios

03 Lisboa

Copyright © 2022 CoffeePaste. Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por

Filmes clássicos e experimentais marcam 1.º ciclo de cinema do Pavilhão Julião Sarmento
coffeepaste.com desenvolvido por Bondhabits. Agência de marketing digital e desenvolvimento de websites e desenvolvimento de apps mobile