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João Branco: Finka Pé no teatro e na cultura cabo-verdiana

Por

 

Joaquim Paulo Nogueira
24 de Maio de 2026

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João Branco: Finka Pé no teatro e na cultura cabo-verdiana

João Branco formou-se em Agronomia na mesma escola onde estudou Amílcar Cabral e que, talvez por isso, acolhia muitos estudantes africanos. Foi no Instituto Superior de Agronomia que presenciou as famosas festas africanas organizadas, no Dia de África, em maio. Essa era, praticamente, a única relação que tinha com o arquipélago onde vive desde outubro de 1992 e que, desde 1999, orgulhosamente, também considera o seu país.


Quando, ao fim de quase trinta anos de trabalho, no qual se destaca o Mindelact, João Branco escreveu para o Expresso das Ilhas a crónica “A Minha Bandeira”, na qual explicava que deixar Cabo Verde era uma odisseia semelhante à de tantos outros compatriotas, disse que passariam a integrar a diáspora cabo-verdiana e que as suas temáticas e preocupações continuariam centradas em Cabo Verde. Recordava, aliás, que, para cerca de meio milhão de cabo-verdianos a viver no arquipélago, existem aproximadamente dois milhões espalhados pelo mundo.


O trabalho de Saaraci Coletivo Teatral, que montou recentemente Bela Mundo - um espetáculo dirigido ao público mais jovem, com Nancy Vieira, uma das grandes vozes da música cabo-verdiana - também se destina ao público adulto. Nessa vertente insere-se a Trilogia 25 de Abril Crioulo. O primeiro espetáculo, Dona Pura e os Camaradas de Abril, parte de um romance de Germano de Almeida, Prémio Camões e um dos nomes mais relevantes da literatura cabo-verdiana. O segundo resulta de um convite à coreógrafa Sara Estrela, que criou um espetáculo mais ligado à dança, intitulado Cabral Corpo, centrado no pensamento de Amílcar Cabral.


F.M.I. KAPA encerra o FITEI dia 24 de Maio

O terceiro espetáculo chama-se F.M.I. KAPA e a sua estreia no dia 24 de maio, no Teatro Rivoli, encerra o FITEI. Trata-se de uma releitura do FMI feita por artistas da periferia de Lisboa ligados ao universo do hip-hop crioulo. A direção musical é de Xullaji, engenheiro de som, rapper e ativista, nome de referência dentro do movimento hip hop lusófono, antigo amigo de José Mário Branco, a quem João Branco reconhece qualidades artísticas e intelectuais que o aproximam da obra do seu pai.

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