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O filme “O Teu Rosto Será o Último”, de Luís Filipe Rocha, o álbum “City of Glass”, de Daniel Bernardes, e o livro “Na Morte de Erato”, de A.M. Pires Cabral, estão entre os vencedores dos Prémios SPA Autores 2025, anunciados ontem pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA).
Na televisão, a série documental “A Conspiração”, de António-Pedro Vasconcelos, transmitida pela RTP1, foi distinguida com o Prémio de Melhor Programa de Informação. Produzida a partir de uma investigação conduzida pelo cineasta, revisitou o “movimento dos capitães”, que esteve na origem do 25 de Abril. A série estreou-se em abril de 2024, já após a morte do realizador, com narração de Adelino Gomes.
O programa “Isto é gozar com quem trabalha”, de Ricardo Araújo Pereira e equipa, arrecadou o prémio de Melhor Programa de Entretenimento, enquanto na ficção televisiva foi premiada a série “Matilha”, de Edgar Medina (RTP1).
Entre os galardoados estão ainda nomes de várias áreas artísticas: o escritor e ilustrador António Jorge Gonçalves, a fotógrafa Luísa Ferreira, o escritor António Canteiro, o encenador Bruno Bravo, os atores Sara Barradas, Sara Barros Leitão, Nuno Nunes, Vitor Roriz e Elmano Sancho, bem como os músicos Ray e Maria Reis, o coreógrafo Daniel Matos e a bailarina Inês Campos.
Na literatura, venceram “Inventor de Esquecimentos”, de António Canteiro (Gradiva), como Melhor Livro de Ficção Narrativa; “Na Morte de Erato”, de A.M. Pires Cabral (Tinta-da-China), na categoria de Poesia; e “Dita-Dor”, de António Jorge Gonçalves (Assembleia da República), como Melhor Livro para a Infância e Juventude.
O teatro destacou “Um Elétrico Chamado Desejo”, encenado por Bruno Bravo para o Centro de Artes de Lisboa, como Melhor Espetáculo. Os prémios de interpretação foram para Sara Barradas (“Se Acreditares Muito”) e Nuno Nunes (“Um Elétrico Chamado Desejo”), enquanto Elmano Sancho venceu com “Cordeiros de Deus ou Soldados da Esperança” como Melhor Texto Português Representado.
Na música, o júri distinguiu “Only Light”, de Ray (Melhor Tema de Música Popular), “City of Glass”, de Daniel Bernardes (Melhor Obra de Música Erudita), e “Suspiro”, de Maria Reis (Melhor Trabalho de Música Popular).
O cinema consagrou Luís Filipe Rocha, que venceu nas categorias de Melhor Filme e Melhor Argumento, enquanto os prémios de interpretação foram atribuídos a Sara Barros Leitão (“O Melhor dos Mundos”, de Rita Nunes) e Vitor Roriz (“O Bêbado”, de André Marques).
Nas artes visuais, os vencedores foram Luísa Jacinto (“Shining Indiference”, no MAAT), Luísa Ferreira (“Intimidade”, na Casa da Avenida, Setúbal) e Marisa Fernandes (cenografia de “Monóculo, Retrato do S. von Harden”). Na dança, destacaram-se Daniel Matos, com a coreografia “A Pedra, a Mágoa”, e Inês Campos, pela peça “Fio^”.
Na rádio, o prémio coube a “Pop Up”, programa da Rádio Observador assinado por Tiago Pereira, Maria Ramos Silva, Bruno Vieira Amaral e Pedro Boucherie Mendes.
Criados em 2010, os Prémios Autores da SPA distinguem anualmente a excelência da criação artística e intelectual em Portugal, abrangendo literatura, música, teatro, dança, artes visuais, rádio, televisão e cinema, reforçando o contributo dos criadores para a diversidade cultural e para a identidade artística do país.
Foto: Um Elétrico Chamado Desejo
Notícia adaptada. Fonte: LUSA
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