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A adaptação cinematográfica do romance Tese sobre uma domesticação, da escritora argentina Camila Sosa Villada, e o filme biográfico sobre o icónico cantor brasileiro Ney Matogrosso estão entre os primeiros destaques da 29.ª edição do Queer Lisboa, revelou hoje a organização.
O festival internacional de cinema LGBTQIA+, que decorrerá entre 19 e 27 de setembro, no cinema São Jorge e na Cinemateca Portuguesa, anunciou parte da programação que compõe a secção “Panorama”, dedicada a obras contemporâneas de temática queer.
Entre os filmes selecionados está Tese sobre uma domesticação, realizado pelo argentino Javier van de Couter e protagonizado por Camila Sosa Villada. A obra inspira-se no romance homónimo da própria autora, lançado este ano em Portugal. O filme promete explorar as complexidades da identidade, da marginalização e da resistência, marcas presentes na escrita de Villada.
Outro destaque da secção é Homem com H, o ‘biopic’ de Esmir Filho sobre Ney Matogrosso, figura incontornável da música e cultura brasileira. O filme, que já esteve disponível em plataformas de streaming, chega agora ao grande ecrã no contexto do festival, numa celebração da sua ousadia artística e identidade singular.
O programa inclui ainda My Boyfriend el Fascista, documentário italiano de Matthias Lintner que examina a relação amorosa entre o realizador e Sadiel Gonzalez, migrante cubano a viver em Itália e adepto de ideologias de extrema-direita — um confronto provocador entre afetos e política. Também integrado na secção “Panorama” está Peter Hujar’s Day, filme intimista de Ira Sachs baseado no livro de Linda Rosenkrantz, que presta homenagem ao fotógrafo nova-iorquino Peter Hujar, figura central da cena artística queer dos anos 70 e 80.
Para além da programação regular, o Queer Lisboa 2025 presta uma homenagem ao cineasta francês Lionel Soukaz, falecido em fevereiro aos 71 anos. Em parceria com a Cinemateca Portuguesa, o festival apresentará uma retrospetiva da sua obra, destacando o papel pioneiro do autor como ativista e voz intransigente da liberdade queer em França. Segundo a organização, os seus filmes “revelam um intransigente compromisso com a narração autobiográfica e com a expressão do desejo”, tendo mesmo enfrentado censura.
Foto: Still de "Homem com H", de Esmir Filho
Notícia adaptada. Fonte: LUSA
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