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Era uma vez dois amigos que gostavam muito de ouvir e contar histórias.
Ela, Isabel Gaivão, atriz, era apaixonada pelas histórias nos livros, pelas ilustrações, por todo aquele imaginário que parece saltar das páginas para a infância e instalar-se dentro da nossa cabeça.
Ele, Sérgio Pelágio, músico e guitarrista com um percurso firmado entre o jazz e a música improvisada, na tradição de que “quem conta um conto acrescenta um ponto”, adorava inventar quando contava histórias aos seus filhos.
Desde 2009 que estão juntos nas “Histórias Magnéticas”, um projeto que junta a voz da atriz à viola elétrica do músico. O projeto já os levou por este país adentro e pelo mundo fora (Espanha, França, Cabo Verde, Japão, Macau e Timor). As sessões terminam sempre com uma conversa-atelier onde o público participa.
As Histórias Magnéticas
A primeira história, de Umberto Eco, ouve-se deliciosamente nestes tempos de guerra. É a história de um general e de uma bomba atómica. O general acumulava bombas atómicas e sonhava destruir os seus inimigos. As bombas eram feitas de átomos — os mesmos átomos que nos constituem a nós e a tudo o que existe.
Mas um dia, prevendo o cenário de destruição que iriam provocar, os átomos resolvem sair das bombas e ir à sua vida — uma outra vida, sem dúvida melhor. E então, quando o general, no seu ímpeto de destruição e violência, manda largar as bombas… elas não explodem. Estão ocas por dentro. Tão ocas que as pessoas fazem delas canteiros de flores.
Para além de Eco, de Miguel Cervantes e de Clarice Lispector, as Histórias Magnéticas também integram autores que habitualmente trabalham com o público infantil, como Isabel Minhós Martins e Alice Vieira.
Os Contos Baralhados
“Contos Baralhados” é a mais recente criação das Histórias Magnéticas. Com texto e música originais de Sérgio Pelágio e narração de Isabel Gaivão, a estreia irá ocorrer no dia 18 de abril, às 15h, na Casa Fernando Pessoa.
“Contos Baralhados” são doze micro-histórias que abordam, entre outras situações, momentos da vida quotidiana. A sessão é organizada como um jogo: um conjunto de 12 cartas ilustradas e baralhadas que os espectadores ordenam enquanto escutam a narração, construindo uma sequência que será o ponto de partida para uma conversa-atelier.
A apresentação na Casa Fernando Pessoa integra também o lançamento do livro e audiolivro “Contos Baralhados”, uma edição das Produções Real Pelágio, com design e ilustrações de Carlos Bártolo. O livro já se encontra à venda na Matéria Prima, no Porto; na A Tentadora, na Covilhã; e no Teatro da Voz, em Lisboa.
Na sessão de 18 de abril será ainda feita a divulgação online de doze filmes da autoria de vários realizadores, videastas, artistas plásticos e animadores, que partiram destes contos para a imagem: Paulo Abreu, Sandra Rosa Dias, Diogo Salgado, Mariana Ramos, Patrícia Rego, Sofia Afonso, Gonçalo Pina e João Pedro Gomes.
O álbum digital foi lançado em dezembro passado e encontra-se disponível na Bandcamp: https://spelagio.bandcamp.com/album/contos-baralhados
Próximas apresentações
Évora
13 e 14 de maio, às 10h30 e 14h30
Ciclo de Infâncias – Companhia de Dança Contemporânea de Évora
Black Box CDCE (dia 13) e Sala Polivalente da Escola Básica da Horta das Figueiras (dia 14)
Seia
30 de maio, às 10h30
Semana da Criança e do Brincar – Seia
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