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De 4 a 6 de junho, a Unicorn Factory Lisboa transforma-se num ecossistema de arte digital, IA e blockchain. Vhils, Dmitri Cherniak e mais de 200 artistas fazem da edição de 2026 a mais ambiciosa da história do evento.
O NFC Summit deixou de ser apenas uma conferência Web3. A quinta edição, marcada para o complexo da Unicorn Factory Lisboa no Beato, coloca a arte digital no centro. não como programa paralelo, mas como razão de existir do evento. Durante três dias, o antigo complexo agro-industrial transforma-se num espaço de exposições, instalações, talks, performances e programação nocturna.
A porta de entrada é logo uma declaração de princípios: uma escultura LED monumental de Dmitri Cherniak, o criador do projeto Ringers no Art Blocks, corre em tempo real um sistema generativo que nunca se repete. Três metros de altura, evolução permanente.
Vhils marca presença com uma instalação inédita apresentada pela sua plataforma ETERNO, que também traz o duo barcelonês BOLDTRON, criaturas geradas por IA a interagir com a maquinaria da antiga fábrica de moagem, ativa de 1897 a 2005. A galeria parisiense DANAE apresenta o novo projeto de Eko33 sobre controlo algorítmico, num formato descrito pela curadora Marlene Corbun como uma correção à perda do sentido de escolha não mediada na era dos feeds.
No último piso da Art Factory, o Arab Bank Switzerland, parceiro principal pela primeira vez, apresenta SYSTEMS, uma exposição com curadoria de Nina Roehrs que reúne nomes como Larva Labs, Jack Butcher e Linda Dounia em torno da relação entre artistas e infraestruturas algorítmicas. O BOTTO, artista de inteligência artificial governado pela sua própria comunidade via DAO e com mais de seis milhões de dólares em vendas, ganha também forma física através do McBotto, uma experiência pop-up inspirada em fast food com coleccionáveis chamados "Bottoys".
A curadoria global é de Fanny Lakoubay, cofundadora da 100 Collectors. O programa inclui ainda workshops de IA para crianças, cultura pop japonesa, conferências sobre finanças descentralizadas e activações nocturnas — tudo distribuído por mais de 50 mil metros quadrados, com mais de 350 oradores e 200 artistas. Lisboa consolida-se, mais uma vez, como ponto de encontro entre o que a arte faz com a tecnologia — e o que a tecnologia faz com a arte.
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