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O Museu Nacional da Música, em Mafra, registou cerca de 3.650 entradas nos primeiros seis dias desde a inauguração no novo espaço, disse hoje à Lusa fonte da Museus e Monumentos de Portugal.
O valor alcançado até quinta-feira em Mafra é quase metade do alcançado em todo o ano de 2022, ainda na estação de metro do Alto dos Moinhos, em Lisboa, e perto de dois terços dos 10 meses de 2023 em que o museu esteve aberto.
Nos anos da pandemia de covid-19 – 2020 e 2021 – o museu recebeu 3.900 e 3.000 visitantes, respetivamente, de acordo com os dados da Museus e Monumentos de Portugal.
O Museu Nacional da Música inaugurou em festa, no passado sábado, as novas instalações, em Mafra, mais de dois anos após o fecho em Lisboa e sete milhões de euros em obras, tendo entrada gratuita até domingo.
Aquando do anúncio da data de abertura em Mafra, a MMP revelava que o museu “disporá de um salão imersivo multimédia, cuja programação de inauguração incluirá a estreia de uma obra encomendada ao ilustrador Bernardo Carvalho e ao músico Ricardo Jacinto, e de ‘Harpa de ervas’, encomendada à compositora Fátima Fonte e à realizadora Adriana Romero e desenvolvida a partir de entrevistas a diversas personalidades como Ana Salazar, Afonso Reis Cabral, Álvaro Siza Vieira, Capicua, Herman José, Rui Paula, Simone de Oliveira e Vasco Palmeirim”.
De acordo com a MMP, o novo circuito de visita “inclui experiências multissensoriais, táteis e olfativas, dirigidas a todos os públicos, que vão também poder tocar em mais de 20 diferentes instrumentos musicais e modelos de instrumentos”.
Adicionalmente, estão preparadas “novas soluções” em termos de acessibilidades: o público cego vai contar com “pavimento podotáctil, braille e audiodescrição”, enquanto as pessoas surdas vão ter videoguias em Língua Gestual Portuguesa e o público no “espetro autista ou mais genericamente com algum tipo de hipersensibilidade" vai poder usufruir de horários específicos para visitas silenciosas e redução de estímulos visuais.
Instalado desde 1994 na estação de metro do Alto dos Moinhos, em Lisboa, o Museu Nacional da Música mudou-se definitivamente para o Palácio Nacional de Mafra depois de dois anos de obras, o que significou um atraso de cerca de um ano para a reabertura do museu e um investimento de perto de sete milhões de euros, por via do Plano de Recuperação e Resiliência.
“Estas novas instalações permitiram reabilitar 8.000 m2 do Real Edifício de Mafra, incluindo espaços de reservas e espaços comuns como a bilheteira, a loja e cafetaria, bem como duplicar o número de espécimes em exposição, que passam agora a totalizar 500 peças num percurso de visita de 2.000 m2”, lembrou a MMP.
Foto: © Museus e Monumentos de Portugal
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