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Parque Tejo transforma-se na 'cidade do rock' que este ano terá mais espaço

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LUSA
May 19, 2026

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Parque Tejo transforma-se na 'cidade do rock' que este ano terá mais espaço

O Parque Tejo está aos poucos a transformar-se na ‘cidade do rock’, o recinto do Rock in Rio Lisboa, que cumpre daqui a um mês a 11.ª edição, com mais espaço em frente aos palcos e novas áreas de circulação.


No recinto ao ar livre em frente ao rio Tejo, próximo da ponte Vasco da Gama, na zona oriental de Lisboa, ouve-se por estes dias o barulho de berbequins e martelos, e circulam algumas dezenas de trabalhadores da organização.


Nos dias 20, 21, 27 e 28 junho, o barulho será outro e as pessoas serão milhares.


A Lusa esteve hoje no local e, embora as montagens estejam ainda a decorrer, é possível verificar mudanças em relação à edição anterior.


De acordo com a vice-presidente executiva do Rock in Rio, Roberta Medina, “a grande mudança de uma edição para outra foi ampliar o espaço”.


A área de público aumentou 25 mil metros quadrados, passando a capacidade do recinto para 100 mil pessoas por dia. Na 10.ª edição, em 2024 a capacidade era de 80 mil pessoas.


A ampliação do espaço permitiu, por exemplo, “espaçar mais as áreas de circulação”.


Quando o público entrar no recinto encontra logo a Rota 85, da qual fazem parte a tradicional capela ou palco School of Rock.


Depois, irá encontrar o Digital Stage, o palco “que mais cresce em dimensão de cenografia, e de programação também, este ano”.


Roberta Medina referiu que “a clareira do Palco Mundo [o principal], apesar de não parecer, está maior”. Tal foi possível porque “os ‘rooftops’ e os bares recuaram no terreno”.


O palco Music Valley deslocou-se um pouco do local que ocupava na edição anterior, “para que a circulação, que ficou um pouquinho condicionada [em 2024] entre um palco e o outro [o Palco Mundo], já seja mais fluida”.


Embora o Palco Mundo seja o maior, Roberta Medina considera que o recinto tem hoje três grandes palcos que funcionam como se fossem palcos principais.


O Palco Mundo tem uma clareira que permite acolher 100 mil pessoas, o Music Valley 60 mil pessoas e o Super Bock 35 mil pessoas.


“Artistas que antigamente, na verdade, só podiam estar no Palco Mundo, hoje estão tanto no Music Valley como no Super Bock, como Kaiser Chiefs, como Joss Stone, como Alok, Sepultura. A circulação passou a ser absolutamente crucial, porque as pessoas, de facto, passeiam muito entre palcos”, disse.


Os palcos e os ‘stands’ estão a ser montados, a igreja já está de pé e a estrutura para receber pessoas com mobilidade reduzida, com vista para o Palco Mundo, está pronta.


A zona que acolhe a produção, instalada por baixo da pala do Parque Tejo, criada para acolher o Papa durante a Jornada Mundial da Juventude, já funciona há algumas semanas.


Os ‘esqueletos’ de espaços de casas de banho, que nesta edição aumentam 40%, e áreas de restauração, que crescem 30%, são também já visíveis.


Embora não haja ainda indícios disso, na 11.ª edição regressam também “as atrações tradicionais, como o slide e a roda gigante”.


Na ‘cidade do rock’ não vai faltar também a Arena do Futebol, “um espaço onde vão passar os jogos do Mundial de Futebol constantemente”, sobretudo por serem esperados “muitos estrangeiros no recinto”.


O cartaz da 11.ª edição inclui “um momento que já virou tradição no Rock in Rio”.


“Se há um jogo de Portugal, transmitimos. No dia 27, à meia-noite e meia, quando acaba o concerto de Rod Stewart, começa o jogo Portugal-Colômbia. Quem estiver aqui, não precisa de sair a correr para casa, vai poder assistir ao jogo connosco”, adiantou.


No Rock in Rio Lisboa, o cartaz de cada dia é desenhado a pensar num público diferente, de forma a “atender a todos”.


“O primeiro dia, 20 de junho, de Kate Perry, Pedro Sampaio e Calema, é o dia de trazer as crianças. O segundo dia, 21 de junho, de Linkin Park, é dos rockeiros e já está esgotado. O dia 27 de junho, de Rod Stewart, Cyndi Lauper e Shaggy, é o dia de não trazer as crianças. E o último dia, 28 de junho, de 21 Savage, Central Cee, é o dia de não trazer os pais. É o dia da galera mais jovem que vem curtir uma música mais urbana, uma música mais atual. Mas as famílias são bem-vindas e muita gente vem em família”, disse Roberta Medina.


Habitualmente o dia termina quando acaba a última atuação no Palco Mundo, mas este ano será diferente: “Quem encerra a festa é o Digital Stage”.


A organização acredita ter programação depois de terminar o último concerto do Palco Mundo “ajuda no fluxo de público, para que as pessoas saiam com mais tranquilidade”.


“Isso facilita também a operação de saída de transportes. Faz com que o público vá saindo mais aos pouquinhos, assim como chega, aos pouquinhos”, referiu Roberta Medina.


Nesta edição, o ‘shuttle’ da Carris que irá circular entre a Gare do Oriente e a ‘cidade do rock’ “vai ter o dobro de capacidade de atendimento”: “serão 25 autocarros articulados durante toda a tarde e 50 autocarros articulados na saída”.


Em questões de mobilidade, a maior diferença em relação à edição anterior, “além do reforço do ‘shuttle’, é o condicionamento das ruas em redor do recinto”.


Segundo Roberta Medina, foi o estacionamento irregular que acabou por “atrapalhar a saída dos ‘shuttles’ na edição anterior”.


“Então, as vias vão estar condicionadas, com cuidado para atender a moradores e lojistas, para que a vida deles não seja muito impactada. Não há como chegar de carro aqui às imediações do parque”, salientou.


Em alternativa, haverá “estacionamentos da Telpark por toda a cidade, com tarifas especiais de 24 horas”, e “todos os operadores de transportes terão tarifas especiais para quem tem bilhete do Rock in Rio”.


Roberta Medina recordou também que a estação ferroviária de Sacavém fica a sete minutos a pé do recinto, reforçando que os transportes públicos são a melhor opção para chegar à ‘cidade do rock’.


Foto: © Rock in Rio

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