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Workshop Coffeepaste
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Datas de realização
17, 18, 24, 25 março 2026
18h30-21h30
Local
Destinatários
Artistas, criadores, estudantes e profissionais e não profissionais das artes visuais, performativas e dos media, bem como investigadores e interessados em práticas críticas com inteligência artificial. Não são exigidos conhecimentos técnicos prévios, mas uma disponibilidade para reflexão, experimentação e questionamento dos usos normativos da tecnologia.
Preço
98€
Sinopse
Este workshop não é um slop, é um mergulho crítico e situado nas dimensões contemporâneas da inteligência artificial, articulando a reflexão filosófica, política e a prática artística. Parte-se de uma análise do que a IA é hoje; enquanto infraestrutura técnica, sistema cultural e dispositivo de poder e de como esta reconfigura a noção de humano, autoria, trabalho e sensibilidade.
Através da experimentação artística, procura-se compreender de que forma estas tecnologias produzem estética, normatividade e dependência, e como podem ser tensionadas criticamente.
O foco não está na eficiência nem no automatismo, mas na construção da linguagem, desvio e intenção. Durante as 4 sessões serão exploradas diversas ferramentas de IA aplicadas à imagem, vídeo e outros meios, sempre como matéria de pensamento crítico e criação.
4 sessões
Cada sessão divide-se em dois momentos: um teórico, de enquadramento crítico e conceptual, e um prático, onde os participantes serão desafiados a desenvolver uma peça artística a partir dos temas abordados.
1ª sessão – Onde estamos agora?
O que é (e não é) a inteligência artificial hoje. Modelos, treino, datasets e infraestruturas invisíveis. IA como sistema cultural e político.
Introdução às ferramentas de IA para criação.
2ª sessão – IA como agente criativo
Autoria, intenção e erro. Prompt como gesto artístico. Dataset como ideologia.
Exercícios de desvio, ruído e sabotagem criativa.
3ª sessão – Estética, poder e ética
Slop, automação do gosto, colonialismo de dados, género e voz. Como resistir esteticamente.
Criação orientada por restrições críticas.
4ª sessão – Pós-humano aplicado
Integração IA + corpo + espaço. Hibridismos, performatividade, ritual e máquina.
Finalização e apresentação das peças.
Este workshop tem como objectivo dotar os participantes de ferramentas conceptuais e práticas para compreender criticamente a inteligência artificial enquanto tecnologia, linguagem e dispositivo cultural. Procura-se estimular uma prática artística informada, consciente e intencional, capaz de usar a IA não como automatismo ou atalho criativo, mas como matéria de experimentação, questionamento e produção de sentido.
Condições e Normas de Participação
Política de descontos (não acumuláveis)
- Inscrição antecipada (até 17 de fevereiro): 5% (aplicável apenas na modalidade de inscrição normal)
- Ex-alunos Coffeepaste ou estudantes: 10%
- Inscrição de grupo (2 ou 3 pessoas): 12,5% ou 15%, respetivamente
- Membro Coffeepaste ("Café Cheio" e "Galão"): 20% (saber mais: https://www.patreon.com/coffeepaste)
- Desempregado (limitado a duas vagas) 50 %
Formulário de inscrição
Com

João Pedro Fonseca é um artista e investigador transdisciplinar cujo trabalho explora políticas pós-humanas e filosofias especulativas, com foco na interação entre a tecnologia e a natureza. Atualmente, é co-director artístico da ZABRA - Centro de Investigação de Arte Pós-humana. A sua investigação artística centra-se em temas como a cyberespiritualidade, transcendência, xenomorfismo, fé molecular, inteligências artificiais e nas propriedades imateriais da existência. Desenvolve a sua prática entre performance, instalação, videoarte e cenografia, explorando a relação entre corpo e máquina como eixo conceptual e estética. Entre os seus trabalhos mais relevantes destacam-se Anatomia da Extinção (2019), WIRED DREAMS (2023), NO MORE FIREWORKS (2023) e METAVIOLENCE (2025) e em colaboração com Carincur: Jezabel (2024) e carne.exe (2025). O seu percurso inclui apresentações em instituições e plataformas independentes como TNDM II, CAM - Gulbenkian, Sónar Lisboa, Lux Frágil, Teatro do Bairro Alto, Gnration, ModaLisboa, Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado ou Fundação Champalimaud. Colabora regularmente com criadores nas áreas do teatro, ópera e dança, integrando a sua concepção cénica e desenho de luz e vídeo.
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