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Há um fio que atravessa o trabalho da Cassandra e da sua diretora artística, Sara Barros Leitão: a convicção de que o teatro é um lugar onde o presente se torna legível. Em "Guião para um país possível", foram os diários da Assembleia da República a fornecer a matéria-prima; em "Suplicantes", foi Ésquilo, e o Mediterrâneo de hoje, a servir de espelho. Agora, com "Xerazade", é a própria livraria da Cassandra que se transforma em cenário e em ponto de partida para novas criações.
Num momento em que se despede de um espetáculo que sentiu envelhecer mais depressa do que esperava, Sara Barros Leitão fala sobre os limites do teatro documental, sobre o que significa programar um espaço que é simultaneamente livraria, sala de espetáculos e clube do livro feminista, e sobre a escolha de contar histórias, como Xerazade, não para escapar ao mundo, mas para o enfrentar.
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